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Sabia que as dores que você sente nas costas, nuca e quadril podem ser ocasionadas pela sua postura ao dormir? Aqui, reunimos dicas para quem sente cada uma delas

Você dormiu de seis a oito horas, como é recomendado pelos especialistas, mas continua sentindo um desconforto específico nas costas, nuca ou quadril? Isso pode acontecer justamente pelo modo como você está dormindo – famoso “você está fazendo isso errado”. 

Mas, calma! Dá para aliviar esses incômodos ao alinhar o corpo de forma que a pressão indevida de quaisquer nervos e articulações seja corrigida. A seguir reunimos dicas de como se posicionar dependendo da sua dor.

Se a sua dor é nas costas: deite-se de lado com um travesseiro entre os joelhos

Deitar-se de costas com as pernas estendidas pode causar uma extensão não natural da coluna, causando dor. Em vez disso, que tal deitar de lado com as pernas dobradas (na direção da barriga, na direção da posição fetal) com um travesseiro posicionado entre os joelhos? Apoiar e alinhar os quadris dessa maneira vai tirar a pressão da sua coluna e pode aliviar seu incômodo.

Se você preferir se deitar de costas, dá para fazê-lo de uma maneira menos agressiva à coluna, apoiando um travesseiro sob a parte inferior das pernas. 

Se sua dor é no quadril: deite-se de costas com um travesseiro sob os joelhos

Como deitar de lado pode piorar a dor no quadril, é melhor tentar dormir de costas com as pernas apoiadas em um travesseiro colocado sob os joelhos relaxando, assim, o quadril.

Se a sua dor é na nuca: deite-se de lado ou de costas usando um travesseiro

Você pode escolher suas costas ou seu lado – é uma questão de preferência pessoal, neste caso -, mas certifique-se de escolher um travesseiro que se ajuste de forma natural ao formato do seu pescoço e altura dos seus ombros. 

Trocar o colchão periodicamente também é fundamental para conter desconfortos. Quando ele perde a firmeza e passa a assumir o formato do corpo, é sinal de que precisa ser substituído. Vale lembrar também que, se qualquer uma dessas dores persistirem depois de três semanas seguidas, é importante procurar um médico especialista para um diagnóstico preciso. 

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