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Faculdade, trabalho, vida social, sono de qualidade, treinos, alimentação balanceada…parece muito, e é! Mas com um pouquinho de organização, é possível dar conta de tudo.

Demorou um tempo até que eu encontrasse o equilíbrio entre as minhas tarefas e a minha saúde (física e mental). A verdade é que não existe técnica perfeita, tentei de tudo até encontrar o que funcionou para mim e, talvez, essa minha experiência possa ajudar alguém por aí que está passando por essa mesma fase. 

Me tornei a louca do caderninho

Com tantas tarefas ao dia, em diferentes áreas da minha vida, a melhor forma que encontrei para me organizar é listar tudo o que eu tenho que fazer em um caderninho – e andar abraçada com ele pra cima e pra baixo.

A lista vai desde comprar ração pro meu cachorro até terminar o trabalho da faculdade. Eu separo minha agenda em blocos: Faculdade, trabalho, pessoal e tarefas de menos de 5 minutos.

Dessa forma, consigo priorizar dentro de cada bloco – e evito de finalizar tudo que eu tinha para fazer de trabalho, por exemplo, mas esquecer de uma outra prioridade de outro bloco, como ligar no aniversário de um familiar.

As tarefas de 5 minutos são para minha satisfação pessoal, porque mesmo em dias pouco produtivos, eu vejo que alguma coisa foi feita. 

O corpo pede reforços

Nunca fui fã de tomar vitaminas ou investir em suplementação, mas quando a nossa rotina está cheia, o cansaço bate. Por isso, a forma que encontrei de dar esse reforço foi incrementando minha alimentação.

De manhã comecei a colocar Maca Peruana no meu café – um jeito fácil e muito prático de começar o dia e aumentar a minha energia a longo prazo.

A verdade é que eu sempre amei tomar café, mas comecei a perceber que seus efeitos não eram o suficiente para me manter concentrada nas tarefas diárias – eu ainda tomo um cafézinho de manhã, mas muito mais pelo prazer e saudosismo. Então, quando eu sei que vou precisar de uma dose extra de atenção, a minha salvação é preparar um Matcha Puro. 

Estabelecer limites

Esse ainda está em desenvolvimento, porque é muito difícil dizer “não”. Sempre fui ensinada a ser prestativa, mas, recentemente, percebi que é muito pior a gente se comprometer e não conseguir cumprir, do que simplesmente ser sincero e dizer “não tenho tempo para isso”.

Acho que é aqui que entra o descanso, estava percebendo que, ao tentar me fazer “presente” o tempo todo, deixava de lado as minhas necessidades – e vamos combinar que não fomos ensinados a nos priorizar, né? Depois de muita terapia e busca por autoconhecimento, eu comecei a separar um horário para fazer o que eu quero, e que vai me fazer bem.

Não existem exceções quando o que está em risco é a nossa saúde – todo mundo PRE CI SA descansar, e quando temos uma rotina agitada, é muito comum negligenciarmos esse aspecto.

Outra coisa muito importante nesse sentido é respeitar meus horários: no meu horário de estudar, eu estudo e no de trabalhar, trabalho, simples assim. Porque quando eu começava a misturar as coisas, acabava não fazendo nada direito – a gente não é multitarefas, e não podemos esquecer isso. 

Verdades difíceis de engolir

Pra fechar minhas dicas, vou contar uma coisa que eu tive que aprender batendo cabeça – quando tentamos conciliar estudos e trabalho, nossa rotina muda (muito!). E tá tudo bem, viu?

A gente tem medo da mudança, né? Eu costumava me cobrar muito por não conseguir treinar na mesma quantidade que eu treinava antes, ou não sair com a mesma frequência, mas as coisas vão se ajeitando – e a gente encontra a nossa melhor forma de ser saudável.

Eu não treino todos os dias, porque não tenho tempo pra isso, e sei que se eu fizesse, estaria deixando de lado outras coisas que são essenciais pra minha saúde, como o meu sono, por exemplo.

O único jeito de descobrir o que funciona pra gente, é testando – e tendo flexibilidade para voltar atrás em algumas decisões que não deram certo. 

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