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Mal-estar, falta ou excesso de sono, alergias, incômodos intestinais… Spoiler: talvez você apenas esteja com inflamação! Aqui, reunimos tudo o que é preciso saber para reduzir os danos desse mal

Ok, com certeza você sabe o que é inflamação, mas estamos aqui para te ajudar a entender todas as vertentes desse mal. Então, vamos começar pelo começo: a inflamação é uma reação natural do organismo para combater um quadro de infecção de um tecido. No processo inflamatório ocorre dilatação dos vasos, aumento do fluxo sanguíneo e de outros fluidos corporais, podendo causar vermelhidão, dor, inchaço, entre outros sintomas. 

Dito isso, ela pode ser dividida em duas vertentes, aguda e crônica. “A primeira trata-se de uma reação do corpo como resposta a algum desequilíbrio ou trauma em que o próprio organismo tenta se restabelecer através do mecanismo de auto cura, sendo esse processo iniciado pela inflamação. Ela tem duração de três a 10 dias. Já na inflamação crônica, temos um quadro silencioso. Isso faz com que muitas vezes as pessoas negligenciem o fato de estarem inflamadas. Os quadros crônicos podem durar meses e anos sem que a pessoa consiga resolver por falta de conhecimento e orientação adequados a causa principal”, explica Dra. Roberta Genaro, médica atuante em nutrologia e medicina integrativa. 

É importante ressaltar que uma inflamação sempre é resultado de algum tipo de estresse no organismo, que pode ser causado por vários fatores, como alimentação, substâncias tóxicas ambientais, estresse emocional e físico. “Muitas pessoas confundem a inflamação com outras patologias porque grande parte das conhecidas até o momento começam com um quadro primário de inflamação. Diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, etc…”, diz Dra. Roberta. 

Por isso e para que possamos reduzir os danos, a especialista responde as principais dúvidas sobre o assunto. 

Como saber se eu estou com algum tipo de inflamação?

Os principais sinais de inflamação no corpo são dor, rubor, calor, tremor e inchaço. Além desses sinais, existem diversas doenças silenciosas que estão intimamente ligadas com a depressão como obesidade, diabetes, mioma, etc… É possível investigar também através de alguns exames laboratoriais como hemograma, PCR, ferritina.

Que medidas adotar para reduzir inflamações? É possível zerá-las?

As três principais medidas que devemos ter quando falamos em redução da inflamação estão ligados ao sono, à alimentação e ao exercício físico. O sono é etapa principal do nosso organismo para as fases de reparação e regeneração celular. Uma pessoa que não tem qualidade de sono adequado passa por um processo em que os fatores inflamatórios são ativados geneticamente ficando mais sensível a manifestação de novos processos inflamatórios.

Dar preferência para comida de verdade, diminuir a ingestão de produtos alimentícios industrializados, evitar ao máximo alimentos processados cheios de corante, conservante é uma das medidas mais importantes que temos para reduzir a inflamação. 

O exercício físico é uma excelente arma anti inflamatória. Sempre recomendo exercício físico como prescrição médica pois é algo fundamental para mantermos o equilíbrio de nossa vida. Durante a sua prática somos capazes de melhorar nosso perfil hormonal, diminuir as respostas inflamatórias e controlar ainda ansiedade.

Como uma rotina regulada contribui com a manutenção da inflamação?

Através da rotina regulada com hábitos saudáveis conseguimos fortalecer o nosso sistema imunológico, que nos mantem protegidos contra microorganismos invasores e favorecem as reações orgânicas positivas do corpo como anti inflamação e anti oxidação.

Logo, uma pessoa que se preocupa em manter uma disciplina diária baseada em rituais de auto cuidado e autoconhecimento terá uma capacidade muito maior de se manter saudável e menos inflamada possível.

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