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Parece simples, mas não é! Entender o prazer feminino e a libido é caminho complexo e exige, antes de qualquer coisa, muito autoconhecimento. Vem ver o que descobrimos sobre

A grama do vizinho sempre parece mais verde. Se tem um tema em que o bordão pode ser aplicado hoje, em plena pandemia, é no sexo – esteja você solteira (em casa, sozinha) ou em um relacionamento sério (o que resiste a uma convivência intensa?). “Como ensinar o outro a me dar prazer? Eu preciso do outro para sentir prazer? Eu deveria sentir mais prazer?”. Quem nunca pensou sobre essas questões que atire a primeira pedra.

De fato, refletir sobre a nossa saúde sexual é, sim, muito importante. Afinal, nós sabemos que uma vida sexual saudável contribui (e muito) para o bem-estar do nosso organismo em geral. Mas quando o assunto é o prazer feminino, precisamos te contar uma coisa: assim como a maioria dos conceitos relacionados ao nosso corpo, a libido é muito mais complicada do que parece ser. 

E olha só: não existe uma conclusão sobre o assunto – existe a sua individualidade e uma série de questões que podem (e precisam) ser levadas em consideração quando você sentir que o seu desejo sexual não está na melhor fase. A seguir, o que descobrimos nessa jornada.

O emocional conta muito!

Angústias, insegurança, ansiedade… É real que as emoções interferem diretamente na libido. Os sentimentos funcionam como uma bússola na nossa vida e é natural que, em momentos difíceis, role uma tendência a se preservar e se recolher. O importante é ouvir o seu corpo e respeitar essas sensações – sem fazer com que a sua vida sexual seja motivo de mais estresse. 

Saúde física e disposição

Fatores como se sentir descansada e estar com a sua saúde física em dia são essenciais quando falamos de libido. Estudos apontam que mulheres que dormem oito horas por noite possuem uma libido mais elevada do que aquelas que não o fazem. Por isso, priorize o seu descanso para, depois, começar o dia com o pé direito. 

Relacionamentos saudáveis

O cérebro está em sintonia direta com o nosso bem-estar sexual. Então, tensões entre casais podem ser, sim, grandes vilãs da libido. O mesmo se aplica a outras relações da vida – família, amigos, trabalho… A regra é clara: antes de qualquer coisa, cuide de você mesma e da sua saúde mental.

Balanço hormonal

Estrogênio, progesterona, testosterona e cortisol… Há muitos receptores de hormônio no cérebro que podem interferir no desejo sexual – e níveis adequados desses hormônios é o que mantêm os órgãos sexuais funcionando adequadamente. Eles aumentam o fluxo sanguíneo para os órgãos pélvicos como a vagina, o clitóris e o útero, o que melhora a lubrificação, a sensação e o orgasmo. Daí a importância de consultar sempre um profissional da área.

Autoconhecimento, sempre!

Você já ouviu falar em “autoconsciente sexual”? Esse é um tema que tem sido muito debatido nas redes sociais no último ano e expõe a importância dos momentos de reflexão sobre desejos, gostos e prioridades. Conhecer a si mesma antes de conhecer o outro é fundamental aqui. E isso tem tudo a ver com libido!

Ajudinha extra

A verdade é que finalmente entender que o processo da libido tem ramificações já te coloca caminho. E a boa notícia é que alguns hábitos e ingredientes podem ajudar a, naturalmente, estimular essa disposição. A Maca Peruana, por exemplo, é uma raiz utilizada há milhares de anos pelos povos Andinos como um alimento que fornece vitalidade e energia (inclusive sexual). Mais que isso: hoje existem diversos estudos que sugerem que ela atua auxiliando o nosso corpo a regular seus hormônios sexuais, o que confere libido e mais disposição de forma geral. Fica a dica!

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