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Exaustão de telas tem impactado cada vez mais pessoas. Aqui, dicas valiosas para mudar esse jogo e criar uma relação mais saudável com as redes sociais


“Sua média diária nas telas é de…”. Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu um aviso do seu gadget eletrônico e se assustou com o tempo “perdido” na internet. Afinal, especialmente no último ano, fomos todos inseridos em uma dinâmica muito acelerada (para não dizer bizarra!) de consumo digital, e dependemos das redes sociais para TUDO o que fazemos. Yoga online, reunião no Zoom, Facetime com a família. Não faltam motivos para estarmos conectados. 

E apesar das medidas de isolamento social serem necessárias (e essenciais!) para a nossa saúde física nesse momento, é verdade que a saúde mental tem sido colocada à prova diariamente pelas jornadas longuíssimas em frente às telas. Além da eterna sensação de “vista cansada”, a exposição contínua às câmeras e as jornadas de trabalho sem começo e fim, especialmente para os que viram suas casas serem invadidas pelo escritório já há mais de um ano, tornam a nossa rotina exaustiva. 

Mas calma, nem tudo está perdido. Apesar do “detox digital” ser um privilégio para poucos, a boa notícia é que existe uma série de mini-hábitos que podem nos ajudar a controlar esse consumo viciante de tecnologia. E só depende de você: o processo exige disciplina e concentração para resistir ao último passeio da noite pelo Instagram. Para te mostrar esse caminho, nós convidamos cinco parceiras da Holistix para compartilhar suas experiências e dicas. Vem com a gente? 

Fernanda Lima

“Não tenho limitação de horas online, mas tento não olhar para telas quando deito para dormir. Se faço isso, acabo tendo insônia. Pela manhã, evito olhar o celular quando acordo. Se isso acontece, acabo lendo notícias que me deixam triste e já é o suficiente para começar o dia mal. Na frente das telas, priorizo meu trabalho. Fico pouco nas redes sociais – pouquíssimo, inclusive.”

Bertha Jucá

“Limitar o tempo nas telas é complicado já que toda a nossa realidade – trabalho, consultas, conversar com amigos e familiares – tem sido de forma online. Mas em contraponto, acredito que justamente por isso é tão necessário criarmos esses contornos. Hoje em dia, sigo conteúdos que me fazem bem e que tenham a ver mais com os meus interesses e valores. Também tento inserir uma rotina de trabalho com as interfaces, delimitando horários para tal. Nem sempre consigo, claro! Mas sigo aí firme e forte tentando.”

Cidinha Ikegiri

”Eu acho que a internet é uma armadilha, que rouba o nosso tempo e a nossa energia se não nos policiamos. Por isso, eu tento limitar as minhas horas online, mas como trabalhar com a internet faz parte do meu dia a dia, achar esse equilíbrio não é fácil. Mas evito consumir conteúdos que não estão relacionados ao meu trabalho, e penso que isso é essencial para garantirmos o mínimo de saúde mental.”

Duda Schietti

“O excesso de telas desregula o sono, afeta a visão, pode prejudicar a nossa cervical e impactar outras partes do corpo, principalmente a saúde mental. Alguns conteúdos que consumimos, mesmo que inconscientemente, podem ser grandes gatilhos para a ansiedade, tédio, frustração e angústia. Eu tenho muito cuidado com as minhas escolhas e sempre procuro absorver conteúdos que me agregam e me inspiram como wellness, gastronomia, decoração e lifestyle.”

Olivia Nicoletti

“Nas horas em frente às telas, priorizo o trabalho. Como eu trabalho muito com o Instagram, fica difícil me desvencilhar totalmente do celular. Também uso para fazer chamadas de vídeo com as amigas e família nesses tempos em que não podemos nos encontrar. Para me preservar, o que eu tenho feito é desinstalar o Instagram em alguns finais de semana e me policiar mais para não pegar o celular o tempo todo.”

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