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Bastante difundida no Ocidente, a terapia complementar promete melhoras dos transtornos de ansiedade e depressão

Você já reparou que, mesmo sem saber o que são músicas, os bebês se movimentam instintivamente como se estivessem dançando ao ouvi-las? Isso acontece porque as ondas sonoras alcançam o tímpano e geram reações químicas e impulsos nervosos que nos fazem mexer o corpo no mesmo ritmo de determinados sons. Como as raízes dos nervos dos nossos ouvidos possuem ligações com o cérebro e com o nervo vago, todas as funções do nosso organismo são influenciadas por essa região. Um estudo recente da Stanford University, na Califórnia, mostrou que através do som é capaz de criar e regenerar células do coração. Outros, demonstram que o som e suas vibrações têm o poder de alterar as batidas do coração, a respiração, a pressão sanguínea, a digestão, o balaço hormonal e o temperamento dos seres humanos.

Por esses e outros motivos o Sound Healing, terapia milenar realizada através de estímulos sonoros bastante difundida no Oriente, tem conquistado cada vez mais adeptos no Brasil e no resto do mundo ocidental. “O Sound Healing é uma terapia complementar não invasiva baseada na visão do ser humano como camadas de frequências e sistemas de ressonância. Ele trabalha a energia vibratória de sons emitidos por instrumentos musicais, tonais, rítmicos, tecnológicos ou arcaicos, incluindo a voz humana, no intuito de reforçar os pilares do autocuidado e restabelecer a harmonia e bem-estar físico, emocional, mental e espiritual”, explica Pierre Stocker, fundador e mentor da Soundfulness, escola e centro de pesquisas científicas ligadas ao Sound Healing. “A terapia do som engloba um conjunto de práticas que visam a restauração do equilíbrio e da harmonia dos corpos (físico, energético, mental, emocional, espiritual). Essa terapia oferece uma experiência singular de saúde conectando os seres humanos com a essência da natureza e da vida por meio das frequências”.

Mas, como funciona e para que serve o Sound Healing?

O Sound Healing pode ser feito através de estímulos sonoros (vocais ou instrumentais) e se manifesta de maneiras diversas: seja uma massagem com esses estímulos (que causa profundo relaxamento através da ressonância), como uma vertente da yoga, em rituais espirituais (como a cerimônia do cacau) ou em atendimentos individuais e coletivos servindo como guia através da vibração sonora para criar universos evocativos. “No Sound Healing não há letra, não há palavra e, por isso, não passamos pela racionalização das coisas. Conseguimos ampliar nossa visão metafísica da realidade e, com isso, ganhar autoconhecimento e cura”, diz Pierre. 

Sem contraindicações, a terapia do som é um estímulo para pessoas que buscam o autoconhecimento, caso do próprio Pierre, que conheceu durante um retiro de silêncio. “Depois que conheci o Sound Healing a resposta para as minhas perguntas mais complexas, como quem eu sou, de onde venho e para onde vou, passou a ser som e vibração”. Mas, também é indicada para transtornos psicológicos, como ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, espectro do autismo e dificuldades de aprendizagem e desordens físicas, uma vez que as áreas de nosso cérebro envolvidas na música são ativas no processamento da linguagem, percepção auditiva, atenção, memória, controle executivo e controle motor.

Para saber mais, visite: www.soundfulness.com.br 

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